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CONHEÇA A REALIDADE DAS MÃES QUE TRABALHAM EM ALTO MAR: CADA VEZ QUE CHEGO É UMA NOVA CRIANÇA

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Padecer no paraíso em dobro? Mas ainda hoje penso como deve ser mais leve essa jornada para quem tem alguém ao lado no dia a dia. Na antiga escolinha da minha filha, para mim, no começo, era difícil falar, por exemplo, para os pais dos amiguinhos dela que eu era sozinha. E nem era por culpa deles. Ninguém nunca me julgou. Esse eco da família ideal inconscientemente me acompanhou na vida adulta. Chega até a ser tragicômico. Eles passam pelos mesmos percalços? Era esperado que as mulheres tivessem filhos, ficassem em casa, fossem prendadas.

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Nem dia de brincar junto. Ou visitas aos amigos. Minha filha e os amigos jogavam um game no celular, enquanto discutiam a estratégia num tribo de WhatsApp. Quando eu tinha a mesma idade que eles, as interações em tempo real sem presença física com amigos acontecia pelo telefone, no corredor de casa, onde todo universo podia ouvir o que eu estava falando. O lockdown na minha infância teria sido uma experiência social benefício diferente. Se for este o conto, como as amizades devem continuar a mudar no futuro? Pessimistas podem pensar em onde isso tudo vai parar.

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Quanto elas arrumam forças e se equilibram emocionalmente para enfrentar o problema? Carolina, 27 anos, produtora de eventos, sabe bem como é difícil organizar a vida diante da ausência do pai. Eu tinha de impor limites, organizar a rotina deles. Ao mesmo tempo, é complicado você se descobrir solteira. Tudo isso junto faz com que você tenha de encontrar uma identidade. Claro que ela tem seus momentos de tristeza, mas supera-os ou pelo menos deixa-os de lado rapidamente por conta até da falta de tempo para pensar em suas mazelas.

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